Santa Luzia
revivendo o passado e vivendo o presente do mundo do futebol.
A proposta desse trabalho tem como referencia o CFN (Currículo Funcional Natural) no qual A palavra “Natural” com o significado de ensinar no espaço em que, normalmente, o episódio ocorre ou em circunstância semelhante ao que advém no mundo real. “Aprender fazendo” produz a manutenção do que se estuda. Quando se estuda com os conhecimentos do mundo, dificilmente esquece-se e o que se aprende é o que se pratica, quando se depara uma mesma situação. Partindo dessa metodologia esse projeto tem como objetivo trabalhar a Copa do mundo 2018 partindo da realidade da cidade de Santa Luzia a qual possui uma rica historia do futebol brasileiro através do Nivio Gabrich. O futebol é uma das praticas culturais mais difundidas em âmbito Nacional. O futebol é uma das maiores paixões do povo brasileiro o qual possui características especificas, sendo permeador de nossa cultura.
Objetivo especifico – oferecer ao nosso aluno publico alvo da APAE oportunidade para compreender as relações que se estabelecem no mundo do qual fazem parte, a ampliação de sua leitura de mundo e sua participação efetiva nos processos sociais e culturais através de um trabalho interdisciplinar e transdiciplinar.
LUZIENSES QUE FIZERAM NOSSA HISTÓRIA
Nívio Gabrich, um dos maiores artilheiros do Atlético Mineiro e jogador da seleção brasileira.
LUZIENSE NA SELEÇÃO
Convocado para atuar na Seleção Brasileira, Nívio Gabrich fez parte do elenco que conquistou a América em 52
A primeira conquista brasileira em terras estrangeiras contou com a honrosa participação de um luziense craque de bola. Nívio Gabrich foi um dos 22 convocados para defender a Seleção Brasileira no Campeonato Pan-americano de 52, em Santiago, no Chile.
A Seleção, comandada pelo técnico Zezé Moreira, estreou contra o México e venceu a partida por 2 a 0. Na segunda rodada, o Brasil apenas empatou com o Peru, em 0x0. Na terceira, goleou o Panamá por 5 a 0.
A Seleção enfrentou o Uruguai, pra quem perdeu o título da Copa de 50, e derrotou a equipe por 4x2 na quarta rodada. No jogo decisivo, bastava ao Chile um empate para conquistar o Pan-Americano. Mas a Seleção de Nívio Gabrich levou a melhor ao vencer os chilenos por 3 a 0.
“Papai não chegou a entrar em campo no Campeonato Pan-amerciano, mas escreveu seu nome na história do futebol brasileiro e da Seleção”, destacou a primogênita de Nívio, Sandra Gabrich, na reportagem publicada no Leia Agora em 2014.
A carreira do ponta esquerda teve início no Santa Cruz Esporte Clube, em Santa Luzia, e deslanchou em 1944 quando passou a fazer parte do elenco do Clube Atlético Mineiro. “Lá ele ficou até 1951, conquistou quatro vezes o campeonato mineiro e foi Campeão do Gelo”, contou Sandra.
Driblador, veloz e com fortíssimo chute, Nívio fez história na década de 40 no Atlético Mineiro ao atuar ao lado de outros craques, como Lucas Miranda, Lauro, Carlyle e Lero. “Papai defendeu o Atlético 222 vezes, marcou 126 gols e é hoje o 10° maior artilheiro da história do Galo”, destaca Sandra.
Em 1951, Nívio mudou-se para o Rio de Janeiro onde defendeu o Bangu Atlético Clube até 57. Lá, reencontrou o ex-companheiro Ubaldo e atuou ao lado de Zizinho. “Ele (Zizinho) declarou que meu pai era um jogador excelente tecnicamente e de rara inteligência. Marcava por campeonato uma média de quatorze, quinze gols. Um ponta que fazia o terceiro homem de meio de campo” relembra Sandra.
O atleta luziense retornou a Minas em 1959 pelo Cruzeiro Esporte Clube, ano em que conquistou o campeonato mineiro com o time celeste e encerrou sua carreira aos 32 anos. “Quando abandonou o futebol, papai tornou-se auditor fiscal do antigo INAMPS, hoje INSS, onde se aposentou como funcionário público federal”, ressalta.
“Depois, fez algumas incursões políticas fundando, junto com Rui Avelar, o MDB em Santa Luzia, e se dedicou às obras de filantropia, trazendo para cá o Lions Club, ao lado de Jamilo, Totó, Milton Melo, Clemyr e tantos outros”, acrescenta Sandra.
Falecido em 1981 por problemas cardiovasculares, Nívio Gabrich deixou na esposa Maria Amélia Giovaninni Gabrich, nos filhos Sandra, Marco Antônio, Nivinho, Miriam, Reinaldo, Nilton, Fernando, Paulinho, Cláudia, Nívea e Renato, e nos milhares de fãs espalhados por todo Brasil, eternas saudades de seu lado simples, humano e carismático, além, claro, de seu futebol arte do passado.
Títulos:
Seleção Brasileira
Campeão Pan-americano – 1952
Atlético Mineiro
Campeão Mineiro – 1946, 1947, 1949 e 1950
Campeão do Gelo – 1950
Cruzeiro
Campeão Mineiro –1959
Bangu
Torneio Triangular de Porto Alegre: 1957
Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro: 1957
Torneio Triangular Internacional do Equador: 1957
Torneio Início do Rio de Janeiro: 1955
Torneio Início do Rio-São Paulo: 1951
Sugestões de atividades
LÍNGUA PORTUGUESA/LINGUAGENS
-Trabalhar nomes dos times dos bairros (os mais conhecidos da cidade). Que existiram no passado e que existem no presente
- Entrevistas diversas
- fazer uma intertextualidade com textos relacionados ao futebol
- Trabalhar músicas
- Produções de textos orais e coletivos, poemas, etc.
- Leitura de imagens
- Pesquisas em internet jornais e revistas
- Hinos
- Linguagem corporal
- Festas juninas
- Rodas de conversas
- Vídeos
- Recortes e colagens
CIÊNCIAS HUMANAS (História, geografia e Ensino Religioso)
Foco: importância da prática do futebol na “humanidade” do dia a dia da comunidade.
HISTORIA
História do futebol mundial e de Santa Luzia (TIMES, CAMPOS E JOGADORES)
- Futebol como fonte financeira
GEOGRAFIA
Futebol e alterações nas paisagens urbanas
Campos quadras- localização/infraestrutura
- Histórias das COPAS
- País sede da copa 2018- Rússia
- Países que disputarão a copa 2018
- Bandeiras dos países
EDUCAÇAO FISICA
- Campeonato interno e externo
- jogos e brincadeiras
- Gincana
- Vídeos
- Imagens
- Músicas e movimentos corporais
ENSINO RELIGIOSO
Foco - a pratica do futebol como forma de vivencia e convivencia de geraçoes.
- Valores que perpassam o futebol harmonia, paz patriotismo
- convivência social- comunidade família
- Festas juninas
CIÊNCIAS DA NATUREZA
- Fauna e flora
- Sistema respiratório
- Sistema circulatório ou cardiovascular
- Saúde
ARTES
- decoração – recortes, colagens, rodas de conversas, dramatizações, entrevistas, percussão, carimbagem, etc.
- musicas e danças
MATEMÁTICA
- Dimensões do campo da bola
- duração de uma partida
- Quantidade de clubes registrados em Santa Luzia
- Medida de comprimento (gráficos e tabelas, medir sala de aula, janelas, quadro, carteiras medir os alunos, palmos e passos, medidas convencionais e não convencionais)
- História do Brasil em copas (número de títulos, copas disputadas, classificação no ranking)
- Cores
- Calendário
- Pesquisas
- Medidas de massas (peso dos alunos, linha de tempo, fita métrica, balanças, receitas, etc.).
- Sistema monetário ( futebol como fonte de renda)
“Educar é viajar no mundo do outro, sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para transformar no que somos”.
Augusto Cury
Cristiane Gonçalves dos Santos Alves
Projeto realizado para alunos APAE - Projeto copa do mundo - 2018
A proposta desse trabalho tem como referencia o CFN (Currículo Funcional Natural) no qual A palavra “Natural” com o significado de ensinar no espaço em que, normalmente, o episódio ocorre ou em circunstância semelhante ao que advém no mundo real. “Aprender fazendo” produz a manutenção do que se estuda. Quando se estuda com os conhecimentos do mundo, dificilmente esquece-se e o que se aprende é o que se pratica, quando se depara uma mesma situação. Partindo dessa metodologia esse projeto tem como objetivo trabalhar a Copa do mundo 2018 partindo da realidade da cidade de Santa Luzia a qual possui uma rica historia do futebol brasileiro através do Nivio Gabrich. O futebol é uma das praticas culturais mais difundidas em âmbito Nacional. O futebol é uma das maiores paixões do povo brasileiro o qual possui características especificas, sendo permeador de nossa cultura.
Objetivo especifico – oferecer ao nosso aluno publico alvo da APAE oportunidade para compreender as relações que se estabelecem no mundo do qual fazem parte, a ampliação de sua leitura de mundo e sua participação efetiva nos processos sociais e culturais através de um trabalho interdisciplinar e transdiciplinar.
LUZIENSES QUE FIZERAM NOSSA HISTÓRIA
Nívio Gabrich, um dos maiores artilheiros do Atlético Mineiro e jogador da seleção brasileira.
LUZIENSE NA SELEÇÃO
Convocado para atuar na Seleção Brasileira, Nívio Gabrich fez parte do elenco que conquistou a América em 52
A primeira conquista brasileira em terras estrangeiras contou com a honrosa participação de um luziense craque de bola. Nívio Gabrich foi um dos 22 convocados para defender a Seleção Brasileira no Campeonato Pan-americano de 52, em Santiago, no Chile.
A Seleção, comandada pelo técnico Zezé Moreira, estreou contra o México e venceu a partida por 2 a 0. Na segunda rodada, o Brasil apenas empatou com o Peru, em 0x0. Na terceira, goleou o Panamá por 5 a 0.
A Seleção enfrentou o Uruguai, pra quem perdeu o título da Copa de 50, e derrotou a equipe por 4x2 na quarta rodada. No jogo decisivo, bastava ao Chile um empate para conquistar o Pan-Americano. Mas a Seleção de Nívio Gabrich levou a melhor ao vencer os chilenos por 3 a 0.
“Papai não chegou a entrar em campo no Campeonato Pan-amerciano, mas escreveu seu nome na história do futebol brasileiro e da Seleção”, destacou a primogênita de Nívio, Sandra Gabrich, na reportagem publicada no Leia Agora em 2014.
A carreira do ponta esquerda teve início no Santa Cruz Esporte Clube, em Santa Luzia, e deslanchou em 1944 quando passou a fazer parte do elenco do Clube Atlético Mineiro. “Lá ele ficou até 1951, conquistou quatro vezes o campeonato mineiro e foi Campeão do Gelo”, contou Sandra.
Driblador, veloz e com fortíssimo chute, Nívio fez história na década de 40 no Atlético Mineiro ao atuar ao lado de outros craques, como Lucas Miranda, Lauro, Carlyle e Lero. “Papai defendeu o Atlético 222 vezes, marcou 126 gols e é hoje o 10° maior artilheiro da história do Galo”, destaca Sandra.
Em 1951, Nívio mudou-se para o Rio de Janeiro onde defendeu o Bangu Atlético Clube até 57. Lá, reencontrou o ex-companheiro Ubaldo e atuou ao lado de Zizinho. “Ele (Zizinho) declarou que meu pai era um jogador excelente tecnicamente e de rara inteligência. Marcava por campeonato uma média de quatorze, quinze gols. Um ponta que fazia o terceiro homem de meio de campo” relembra Sandra.
O atleta luziense retornou a Minas em 1959 pelo Cruzeiro Esporte Clube, ano em que conquistou o campeonato mineiro com o time celeste e encerrou sua carreira aos 32 anos. “Quando abandonou o futebol, papai tornou-se auditor fiscal do antigo INAMPS, hoje INSS, onde se aposentou como funcionário público federal”, ressalta.
“Depois, fez algumas incursões políticas fundando, junto com Rui Avelar, o MDB em Santa Luzia, e se dedicou às obras de filantropia, trazendo para cá o Lions Club, ao lado de Jamilo, Totó, Milton Melo, Clemyr e tantos outros”, acrescenta Sandra.
Falecido em 1981 por problemas cardiovasculares, Nívio Gabrich deixou na esposa Maria Amélia Giovaninni Gabrich, nos filhos Sandra, Marco Antônio, Nivinho, Miriam, Reinaldo, Nilton, Fernando, Paulinho, Cláudia, Nívea e Renato, e nos milhares de fãs espalhados por todo Brasil, eternas saudades de seu lado simples, humano e carismático, além, claro, de seu futebol arte do passado.
Títulos:
Seleção Brasileira
Campeão Pan-americano – 1952
Atlético Mineiro
Campeão Mineiro – 1946, 1947, 1949 e 1950
Campeão do Gelo – 1950
Cruzeiro
Campeão Mineiro –1959
Bangu
Torneio Triangular de Porto Alegre: 1957
Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro: 1957
Torneio Triangular Internacional do Equador: 1957
Torneio Início do Rio de Janeiro: 1955
Torneio Início do Rio-São Paulo: 1951
Sugestões de atividades
LÍNGUA PORTUGUESA/LINGUAGENS
-Trabalhar nomes dos times dos bairros (os mais conhecidos da cidade). Que existiram no passado e que existem no presente
- Entrevistas diversas
- fazer uma intertextualidade com textos relacionados ao futebol
- Trabalhar músicas
- Produções de textos orais e coletivos, poemas, etc.
- Leitura de imagens
- Pesquisas em internet jornais e revistas
- Hinos
- Linguagem corporal
- Festas juninas
- Rodas de conversas
- Vídeos
- Recortes e colagens
CIÊNCIAS HUMANAS (História, geografia e Ensino Religioso)
Foco: importância da prática do futebol na “humanidade” do dia a dia da comunidade.
HISTORIA
História do futebol mundial e de Santa Luzia (TIMES, CAMPOS E JOGADORES)
- Futebol como fonte financeira
GEOGRAFIA
Futebol e alterações nas paisagens urbanas
Campos quadras- localização/infraestrutura
- Histórias das COPAS
- País sede da copa 2018- Rússia
- Países que disputarão a copa 2018
- Bandeiras dos países
EDUCAÇAO FISICA
- Campeonato interno e externo
- jogos e brincadeiras
- Gincana
- Vídeos
- Imagens
- Músicas e movimentos corporais
ENSINO RELIGIOSO
Foco - a pratica do futebol como forma de vivencia e convivencia de geraçoes.
- Valores que perpassam o futebol harmonia, paz patriotismo
- convivência social- comunidade família
- Festas juninas
CIÊNCIAS DA NATUREZA
- Fauna e flora
- Sistema respiratório
- Sistema circulatório ou cardiovascular
- Saúde
ARTES
- decoração – recortes, colagens, rodas de conversas, dramatizações, entrevistas, percussão, carimbagem, etc.
- musicas e danças
MATEMÁTICA
- Dimensões do campo da bola
- duração de uma partida
- Quantidade de clubes registrados em Santa Luzia
- Medida de comprimento (gráficos e tabelas, medir sala de aula, janelas, quadro, carteiras medir os alunos, palmos e passos, medidas convencionais e não convencionais)
- História do Brasil em copas (número de títulos, copas disputadas, classificação no ranking)
- Cores
- Calendário
- Pesquisas
- Medidas de massas (peso dos alunos, linha de tempo, fita métrica, balanças, receitas, etc.).
- Sistema monetário ( futebol como fonte de renda)
“Educar é viajar no mundo do outro, sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para transformar no que somos”.
Augusto Cury
Cristiane Gonçalves dos Santos Alves
Projeto realizado para alunos APAE - Projeto copa do mundo - 2018
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